2014

dez 30th, 2013 | By | Category: Pitacos

O ano de 2013 chega ao seu fim. Já desponta no horizonte o tão esperado 2014, um ano que pode ser marcante para nós, brasileiros, em pelo menos dois aspectos.

Tá bom, um deles é a Copa do Mundo. Não poderia deixar de mencionar um dos maiores eventos do planeta que será realizado aqui, em terras tupiniquins, após 64 anos.

Mas para aqueles que não gostam de futebol ou da ideia de que o Brasil deveria sediar este evento, ainda há outra oportunidade de sucesso. Infelizmente, não é uma coisa para se empolgar demasiadamente, por um simples motivo: esta oportunidade surge para nós a cada dois anos e o retrospecto não aponta muito sucesso.

“Companheiros e companheiras”, teremos eleições no próximo ano. Mas, apesar dos insucessos anteriores, em 2014 há uma pontinha de esperança diferente, uma esperança que vem das “Ruas” e que demonstrou que o povo brasileiro está, no mínimo, insatisfeito.

Torço para que toda aquela legítima insatisfação e sede de mudanças que vimos nas “Manifestações” cheguem às urnas acompanhada de muita sabedoria e certeza de que o “Brasil realmente de Todos” pode evoluir; e não aquele país do “Fantástico Mundo de Bob” das propagandas eleitorais e das cabeças dos políticos, que nos apresentam um Brasil que mais parece a Noruega.

Já adianto e peço cautela, boa parte de nossos atuais representantes usarão (e alguns deles já começaram a usar) o manifesto das ruas como uma vitória ou um ponto a favor deles próprios, ao utilizar o argumento de que sempre estiveram do lado do povo e que sempre apoiaram aquele movimento.

Um país mais forte economicamente e mais justo socialmente, com mais Educação, mais Saúde e mais Cultura. É o que todos querem e é possível, mas depende de nós.

Que as manifestações não tenham passado de um lapso de consciência e que o “Gigante” tenha realmente acordado. Vá pra urna e tenha um feliz voto em 2014!

Sobre o “hexa”, prefiro não comentar.

Thiago Henrique de Oliveira

One comment
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  1. Essa Copa é um tapa na cara do Brasileiro. Sem mais.

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